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sábado, 30 de abril de 2011

A Europa pode estar começando a mergulhar sob a África,

O Mar Mediterrâneo, entre Europa e África, fotografado a partir do espaço


A Europa pode estar começando a mergulhar sob a África, dando origem a uma nova zona de subdução com o potencial de aumentar o risco de terremotos no Mediterrâneo ocidental, informam cientistas.



Zonas de subdução formam-se quando placas tectônicas colidem, com uma placa mergulhando por baixo da outra e no manto terrestre. Às vezes essas colisões são graduais, as frequentemente elas ocorrem em grandes saltos que podem desencadear terremotos.



Como a szonas de subdução geralmente se localizam no leito marinho, terremotos nessas áreas podem causar tsunamis, como o que devastou parte do Japão em março.



Por milhões de anos, a placa Africana, que contém parte do leito do Mediterrâneo, vem se deslocando para o norte, rumo à placa eurasiana, numa taxa de cerca de um centímetro ao ano.



Agora, estudos de terremotos recentes na região indicam que uma nova zona de subdução pode estar se formando onde as placas se encontram, ao longo da csota da Argélia e do norte da Sicília.



“A formação de novas zonas de subdução é muito raro”, disse o líder do estudo, Rinus Wortel, geofísico da Universidade de Utrecht, na Holanda.



Mudança de papéis

De acordo com Wortel, a situação opsota existia há cerca de 30 milhões de anos, quando a placa africana estava mergulhando sob a eurasiana, ao longo de uma ampla zona de subdução ao longo do Mediterrâneo ocidental. Ali, as rochas densas do leito marinho africano estavam sendo arremessadas sob a placa europeia.



Ao longo de milhões de anos, a África deslocou-se tão ao norte que nada do leito marinho ligado á placa restou na região. Tudo o que ficou foram as rochas do continente, que são mais leves que o leito marinho e não mergulhariam, disse ele.



Mas as placas continuaram a convergir, acumulando tensões tectônicas. Parte dessa tensão foi aliviada quando a placa eurasiana se dobrou para produzir as cordilheiras dos Alpes, do Cáucaso e de Zagros.



Com base na localização e nos movimentos de tremores recentes ao longo dos limites da placa, a equipe de Wortel acredita que a subdução recomeçou – mas, desta vez, com a Europa deslizando para baixo da África.



A nova zona de subdução, anunciada durante reunião da União de Geociência da Europa, em Viena, é uma descoberta estimulante, disse Wortel, porque essas regiões tendem a existir por muito tempo, em termos geológicos.



Risco subestimado?

Outros cientistas estão intrigados pela possibilidade de uma nova zona de subdução, mas mantêm-se cautelosos.



“Não ouvi a palestra, mas é perfeitamente plausível”, disse Seth Stein, professor de Geofísica da Universidade Northwestern (EUA), por email. Por exemplo, outras partes da região do Mediterrâneo – como a Itália continental – têm assistido a mudanças nos últimos dois milhões de anos, declarou.



Mas decifrar essas mudanças é um processo muito complexo, disse Chris Goldfinger, diretor do9 Laboratório de Tectônica Ativa e de Mapeamento do Leito Marinho da Universidade Estadual do Oregon (EUA).



“Eu teria de passar uma semana com os dados antes de poder opinar se eles têm algum valor”, disse.



O líder do estudo acrescentou que a formação de uma zona de subdução é um processo lento: “Acontecem numa escala de tempo de vários milhões de anos”.



Por exemplo, disse, a maioria das zonas de subdução estabelecidas são marcadas por gigantescas trincheiras submarinas. Uma trincheira semelhante deve se formar no Mediterrâneo – mas não de um dia para o outro.



Wortel acrecita que os dados podem implicar que o risco de terremoto no oeste do Mediterrâneo vem sendo subestimado, e pode estar aumentando.



“Normalmente, não é considerada uma região de enorme atividade sísmica, não da magnitude que vimos no Japão”, declarou Wortel.



Esse pode ser um caso de complacência histórica. “Só porque algo não aconteceu em centenas de anos, não quer dizer que não exista risco”.



De fato, lembrou, 70.000 pessoas morreram em Messina, na Itália, em 1908, quando um terremoto de magnitude 7,1 causou ondas com altura estimada de 12 metros.



E um dos mais devastadores terremotos da história europeia ocorreu a oeste do Gibraltar em 1755, lançando uma onda gigante sobre Lisboa e matando, segundo algumas estimativas, mais de 100.000 pessoas.



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Básico: como rodar vários sistemas operacionais

Básico: como rodar vários sistemas operacionais


Por Howard Fosdick em 9 de março de 2011 às 13h54

9 Introdução Avançando um pouco mais

Próximo: Avançando um pouco mais

Introdução





How to Run Multiple Operating Systems



Autor original: Howard Fosdick



Publicado originalmente no: osnews.com



Tradução: Roberto Bechtlufft



Em minha série de artigos para o OS News, eu expliquei como restaurar computadores antigos. Uma técnica útil nesse trabalho é rodar vários sistemas operacionais em um mesmo computador, uma abordagem que une os benefícios da instalação preexistente do Windows às vantagens do software de código aberto. Este artigo explora as diferentes técnicas para a execução de vários sistemas operacionais em um mesmo computador, discutindo suas vantagens e desvantagens.



Por quê?

Rodando vários sistemas operacionais em um mesmo computador, você une as forças e habilidades desses sistemas sem precisar de mais um computador. Quem nunca se viu na situação de querer rodar um programa que só funciona em outro sistema operacional? Quem nunca teve um problema com o sistema operacional e desejou poder iniciar outro sistema para resolver tudo?



Para quem restaura computadores, rodar vários sistemas operacionais permite combinar a força da instalação preexistente do Windows à força do código aberto. Por exemplo: o Windows XP está ficando velho, mas ainda tem fóruns ativos, toneladas de sites com tutoriais, é fácil de usar, conta com milhares de aplicativos, oferecendo drivers para todo tipo de dispositivo. Mantê-lo no computador preserva sua licença de software original, os aplicativos instalados e os drivers existentes (meus outros artigos ensinaram como dar mais segurança a sistemas Windows antigos e como melhorar seu desempenho).



Some a isso uma distribuição Linux e você ganhará todos os benefícios do software de código aberto - um sistema operacional livre e com suporte, que roda em computadores antigos que não aceitam o Windows 7 ou o Vista, com segurança com malware e um monte de aplicativos livres. Uma distro bem escolhida expande muito as capacidades de um computador antigo com o Windows.



Vejamos algumas maneiras de rodar vários sistemas operacionais em um mesmo computador...



Live CDs e live DVDs

Live CDs e live DVDs permitem rodar facilmente sistemas operacionais alternativos. Basta baixar uma imagem inicializável, gravar em um disco, configurar o computador para inicializar a partir do drive de CD e pronto.



Um grande benefício dos live CDs é a garantia de um sistema operacional sem malware. Alguns especialistas não recomendam que você realize operações bancárias e financeiras online, ou que ao menos não use o Windows para isso. Os live CDs oferecem maior segurança para operações bancárias online. Sempre que você inicia o live CD, o resultado é um sistema novinho, não contaminado, porque o disco é apenas para leitura e não pode ser alterado pelo malware (é claro que o live CD original tem que estar livre de vírus, mas até hoje eu nunca ouvi falar em um live CD contaminado).



Não é necessário alterar nada no HD para rodar um live CD. Nada de mexer em partições, nem de montar o disco interno. Os live CDs são uma maneira sem riscos de se experimentar sistemas operacionais diferentes.



Se o desempenho do sistema rodando diretamente do live CD vai agradar ou não vai depender da velocidade da sua unidade óptica e do sistema operacional que você está rodando. A maioria das pessoas se satisfaz usando o sistema direto do CD, mesmo em distribuições Linux mais pesadas que acessam o disco o tempo todo. Se você vai restaurar um computador para rodar live CDs com frequência, confira a velocidade do drive de CD e arrume um novo caso necessário. A velocidade dessas unidades aumentou drasticamente na última década.



Outro truque é usar uma distro que rode toda na memória e nunca acesse o CD ou o HD depois de iniciada. O Puppy Linux, por exemplo, roda todinho na memória de computadores com um mínimo de 256 MB. Ele tem bom desempenho até em computadores mais antigos. Depois de iniciado o sistema, você pode usar a unidade de CD para outros fins. O único problema é o tempo de inicialização, porque demora um pouco para o live CD carregar o sistema para a memória.



Live USBs

Live USBs são uma variação do conceito de live CD/DVD. Neste caso, você usa um pendrive ou disco externo USB para rodar o sistema operacional.



Assim como os live CDs e DVDs, os live USBs são portáteis. Eles aceitam gravação, oferecendo armazenamento persistente. Os memory sticks não têm peças móveis, e por isso contam com tempos de acesso melhores do que os CDs e DVDs.



O maior ponto negativo do live USB é que muitos sistemas antigos não conseguem iniciá-los. É uma limitação do BIOS. Para contornar o problema, use um gerenciador de inicialização que inicie o computador a partir de um dispositivo suportado pelo BIOS, e em seguida mude o controle imediatamente para o dispositivo USB. O PLoP é um gerenciador de inicialização livre. Outro ponto negativo em potencial é a redução do tempo de vida da memória do dispositivo USB, devido ao seu uso constante como mídia residente do sistema operacional.



Máquinas virtuais

A virtualização do desktop amadureceu nos últimos cinco anos. Tecnologias de hardware como VT-x da Intel e AMD-V da AMD estão aí para tornar as coisas ainda melhores. Elas foram apresentadas em 2005 e em 2006, respectivamente.



Esta tabela lista e compara os programas de virtualização. O VirtualBox da Oracle provavelmente é o produto livre mais popular para uso pessoal nessa área. Originalmente lançado pela Sun Microsystems, acabou passando para as mãos da Oracle quando esta comprou a empresa em janeiro de 2010.



O VirtualBox é instalado em um sistema operacional hospedeiro, e cria uma ou mais máquinas virtuais nas quais sistemas operacionais convidados rodam. Dentre os hospedeiros possíveis, temos Windows 7, Vista e XP, Linux, Mac OS X, Solaris e algumas versões do BSD. Os convidados incluem todos os sistemas hospedeiros e também outros menos conhecidos, como Haiku, OS/2 Warp, Syllable, SkyOS, ReactOS e as demais versões do Windows e do BSD.



O VirtualBox oferece todas as vantagens da virtualização de plataforma. Dentre elas, eu cito:



•Execução segura de mais de um sistema operacional ao mesmo tempo;



•Possibilidade de alternar entre um sistema e outro livremente;



•Sistemas que podem ser iniciados, pausados e encerrados de forma independente;



•Comunicação entre os sistemas por meio de diversos mecanismos;



•Alocação dinâmica de recursos do processador e da memória entre os sistemas;



•Criação de instantâneos do estado atual do sistema para backup e restauração.



O VirtualBox não exige suporte a virtualização baseada na CPU (VT-X ou AMD-V). Mas ele precisa de recursos cumulativos para rodar todos os sistemas que você quiser ao mesmo tempo. Em suma: talvez não seja uma boa opção para alguns computadores restaurados. Se seu computador aguentar, a virtualização é uma ótima opção. Aprenda a usar o VirtualBox usando tutoriais como [este do Hardware.com.br,] este e este. O site oficial também pode ajudar.



Instalação no disco:

Se a virtualização e os live CDs não te apetecem, por que não seguir o caminho tradicional, instalando mais de um sistema operacional no HD?



Presumindo que o computador já rode o Windows, e você queira instalar o Linux ao lado dele, o procedimento típico é este:



1.Iniciar o live CD do Linux que você quer instalar;



2.Reduzir a partição do Windows para criar espaço suficiente para a instalação do Linux;



3.Criar uma nova partição Linux no espaço recém-criado;



4.Criar uma partição de swap para a memória virtual do Linux (opcional);



5.Instalar o Linux na nova partição Linux;



6.Instalar uma ferramenta como o GRUB ou o LILO para exibir um menu de seleção de sistemas operacionais ao ligar o computador;



7.Reiniciar e verificar o menu de escolha de sistemas operacionais e a nova instalação do Linux.



Vamos ver isso tudo com calma.



Primeiro você põe para rodar um live CD/DVD com o Linux que vai instalar. Assim você pode testar e se certificar de que a distro reconhece todos os dispositivos do computador e funciona do jeito que você quer antes de instalar qualquer coisa. Você também vai contar com um ambiente de trabalho a partir do qual poderá desempenhar as etapas seguintes. A maioria das distros oferece o gerenciamento de partições e as ferramentas de controle de inicialização das quais você vai precisar. O Ubuntu e o Puppy Linux, por exemplo, oferecem live CDs com o gerenciador de partições GParted e com a ferramenta de inicialização GRUB.



Presumindo que o computador tenha vindo com um único HD com o Windows instalado, você provavelmente vai ter que encolher a partição do Windows para abrir espaço para o Linux. De quanto espaço você vai precisar depende da distribuição escolhida. Um Linux pequeno, como o Puppy, instala facilmente em 1 GB (até em 500 MB), mas um Linux mais completo como o Ubuntu geralmente precisa de algo entre três e oito gigabytes.



Além da partição para o sistema operacional, é uma boa criar também uma partição de swap. O Linux usa o espaço dessa partição para memória extra (ou memória virtual) se a memória real acabar. Você precisa de uma partição de swap? Pense da seguinte maneira: qual é o máximo de memória que você vai precisar no seu sistema operacional Linux, somado ao número máximo de aplicativos que você vai ter que abrir ao mesmo tempo? Se isso extrapolar a quantidade de memória real, é bom ter uma partição de swap para compensar a diferença.



Como os usuários rodam distros diferentes e usam o computador de maneiras diferentes, não dá para montar uma regra que valha para todo mundo em termos de espaço de swap. Ao rodar aplicativos domésticos e de escritório mais comuns, por exemplo, eu nunca uso o swap em computadores com pelo menos 1 GB de RAM. Aplicativos especializados já pintam um quadro diferente. Por exemplo, para fazer testes e pesquisas com bancos de dados, até computadores com muitos gigabytes precisam de espaço de swap.



A próxima etapa da instalação do Linux em um computador com o Windows é certificar-se de que haja espaço livre suficiente no disco para a instalação do Linux. Pode ser necessário encolher a partição do Windows em computadores com um único HD, já que, por padrão, muitos fabricantes ainda instalam o Windows no computador de forma que ocupe todo o disco.



É uma boa ideia rodar uma verificação de disco no Windows antes de encolher a partição, garantindo a integridade do sistema de arquivos. Em seguida, use a ferramenta GParted Linux para encolher a partição do Windows. Não é necessário rodar a desfragmentação do Windows antes de encolher a partição, ao contrário do que você talvez tenha lido na internet. O GParted consegue encolher partições NTFS mesmo que elas não estejam desfragmentadas.



A essa altura, você tem uma partição de destino pronta para a instalação do Linux e, opcionalmente, para uma partição de swap. Estamos prontos para instalar o Linux. A maioria das distros Linux em live CD têm um ícone para a instalação no desktop; é só clicar nele para iniciar a instalação. Embora eu tenha tratado do particionamento antes de rodar o instalador, muitas distros como o Ubuntu incluem a ferramenta de particionamento como uma etapa de seus processos de instalação. Em outras palavras, o particionamento pode ser feito antes ou durante a instalação do Linux.



Vamos a um exemplo do GParted em ação. Esta tela mostra o que você pode fazer com vários sistemas operacionais mesmo em um computador velho restaurado com dois discos pequenos de 40 GB. O computador tem quatro sistemas operacionais instalados no HD principal, incluindo uma partição NTFS de 13,67 gigabytes com a instalação original do Windows XP SP3. Em seguida, temos as partições Linux para o Ubuntu, o Puppy e o Vector Linux. A única partição de swap tem 510 MB, e funciona em todos os Linux instalados. Um segundo HD de 40 GB (que não aparece na imagem) contém mais três distros Linux, três partições de backup e uma variante do BSD. É um bocado de coisa para um computador tão antigo!







Exemplo de tela do GParted



A primeira linha na tela acima é uma partição FAT32 que abriga todos os dados do usuário. Armazenar os dados do usuário em separado das partições do sistema operacional é uma boa ideia. Assim fica fácil identificar e fazer backup dos dados do usuário. Além do mais, os dados do usuário não são afetados mesmo que sejam feitas alterações nos sistemas operacionais ou nas partições. Se ocorrer um "desastre" em um dos sistemas operacionais, os dados estão em uma partição separada e não serão afetados.



É pena que por padrão muitos usuários continuem armazenando seus dados em uma única partição, junto com o Windows. Isso é herança do tempo em que os HDs eram pequenos, e é um desperdício das capacidades dos HDs modernos. Com as grandes unidades SATA disponíveis, faz muito mais sentido separar as partições de dados das com os sistemas operacionais. Eu conheço gente que até separa tipos específicos de dados em partições isoladas. Por exemplo, o sujeito tem uma "partição multimídia" para fotos, músicas ou vídeos. Fazendo isso, fica bem mais fácil gerenciar separadamente arquivos grandes de dados. Outra opção é separar o trabalho do lazer, criando uma "partição de escritório" para os documentos do trabalho. Um bom particionamento permite organizar o sistema do jeito que for melhor para você.



Ao instalar o Linux em um computador com o Windows, você vai instalar um gerenciador de inicialização, como o GRUB ou o LILO. No Ubuntu e no Puppy, a instalação do gerenciador de inicialização é oferecida como a última etapa do processo de instalação. O GRUB assume o registro mestre de inicialização (ou MBR) no HD do computador e insere código para exibir um menu de seleção dos sistemas operacionais instalados. É assim que você escolhe qual sistema vai usar.



E não precisa se preocupar em mexer em nada para iniciar o Windows do seu computador. O GRUB é muito bom na detecção automática de qualquer sistema operacional que já esteja no HD. Ele gera o código necessário para que esses sistemas apareçam como opções quando o computador é ligado. Portanto, o GRUB detecta o Windows e o insere automaticamente no menu de seleção de sistemas operacionais.



Quando a instalação for concluída, reinicie o computador e você verá o menu do GRUB, com opções de inicialização do Windows e do Linux. Experimente os dois para ver se está tudo ok, e pronto: seu computador tem vários sistemas operacionais!



Depois de botar tudo para funcionar, você pode deixar o menu de inicialização mais legível. Se tiver escolhido o GRUB, basta editar o arquivo menu.lst na pasta /boot/grub (salve o arquivo menu.lst original primeiro, como backup). Caso sua distro Linux use o GRUB 2, saiba que ele tem muitas vantagens, mas que não dá para fazer alterações com muita facilidade nele. Consulte este excelente tutorial para obter ajuda. É pena que o GRUB 2 tenha dado um passo para trás em termos de facilidade de uso, especialmente porque seria fácil para ele pegar um arquivo menu.lst existente e convertê-lo para o código interno necessário.



Índice Próximo: Avançando um pouco mais



Introdução

Avançando um pouco mais

Relacionados Sistema operacional



Veja também:

Sim, o sistema operacional é importante Artigo - 15 de outubro de 2010

9 comentáriosPor Howard Fosdick. Revisado 25 de abril de 2011 às 14h01



Comentários

Fazer novo comentárioArtigo na sala de aula

por Emanoel (anônimo) em 3 de abril de 2011 às 14h33

ResponderBem organizado! Vou levar pra sala de aula também!

Live CD

por Jose (anônimo) em 3 de março de 2011 às 22h33

ResponderAcessar internet banking via live cd pode funcionar para outros bancos, mas para o Banco do Brasil

certamente não funcionará, pois ele instala um módulo virtual de segurança e além disso o Java tem

que estar instalado.

Expandir réplicasHmm por juliocbm

isso já mudou por landeel (anônimo)

Ahhh por juliocbm

funciona sim por landeel (anônimo)

Mint por Wagner (anônimo)

Funciona por Faraelvs (anônimo)

Cara bacana esse seu artigo

por Marcelo Elias - Serra/ES (anônimo) em 3 de março de 2011 às 20h52

ResponderCara bacana esse seu artigo. Sou professor e falo muito para os meus alunos sobre software livre. E essa semana ministrei um aula exatamente sobre isso. Bom quase sobre... Foi sobre como fazer Dual-boot e virtualbox. Eles se amarraram. Agora tenho que copiar DVD oprnsuse pra meio mundo de aluno. kkkkkk

Vlw. ;-) Vou mostrar seu artigo pra eles. Destaques

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Hardware Manual Completo

Hardware Manual Completo


Por Carlos E. Morimoto em 1 de janeiro de 2002 às 04h00

8 Anterior: Standard CMOS Setup (Standard Setup)

Capa Introdução: Como tudo funciona ---- Como funciona o sistema binário ---- Como um PC funciona ---- Arquiteturas ---- Os Componentes ---- Desktops, Notebooks, Handhelds e Palmtops ---- Escolhendo a melhor configuração -------- Escolhendo a placa mãe -------- Escolhendo os outros periféricos ---- A Evolução dos Computadores -------- O microchip -------- Os transístores -------- O surgimento dos computadores pessoais -------- Os primeiros PCs -------- Supercomputadores e clusters Capítulo 1: Do 8088 ao Pentium ---- Características Básicas dos processadores ---- Coprocessador aritmético ---- Memória cache ---- Processadores RISC X Processadores CISC ---- PCs x Macs ---- Front End e Back End ---- 8088 ---- Segmentação de Endereços ---- 286 ---- 386 ---- Modo Real x Modo Protegido ---- Recursos do Modo Protegido ---- 486 ---- Pentium ---- Clock e Overclock ---- Outros processadores Capítulo 2: Do MMX ao Pentium 4 ---- Evolução dos Processadores ---- Pentium MMX ---- AMD K6 ---- AMD K6-2 ---- AMD K6-3 ---- Cyrix 6x86MX ---- Cyrix 6x86MII e Media GX ---- IDT C6 ---- Pentium Pro ---- Pentium II ---- Celeron ---- Soquete 370 x slot 1 ---- Pentium II Xeon ---- Pentium III -------- As instruções SSE -------- As versões: Katmai x Coppermine; 100 x 133 MHz -------- FC-PGA -------- Entendendo as variações do Pentium III -------- O número de Identificação ---- Pentium III Xeon ---- Celeron Coppermine (Celeron II) ---- Cyrix/Via C3 ---- AMD Athlon (K7) -------- Arquitetura -------- Detalhes internos do processador -------- Decodificador de instruções -------- Coprocessador Aritmético -------- O Barramento EV6 -------- K7 x K75 -------- Cache L2 ---- Athlon Thunderbird ---- AMD Duron ---- Transmeta Crusoé ---- Pentium 4 ---- A questão dos encaixes -------- Soquete 7 -------- Slot 1 -------- Soquete 370 -------- Slot A e Soquete A -------- Soquete 428 e Soquete 478 -------- Soquetes antigos ---- Novas gerações do Athlon, Pentium III e Pentium 4 ---- Duron Spitfire x Morgan ---- Athlon Thunderbird x Palomino ---- O Athlon XP ---- Pentium III Coppermine x Tualatin ---- Pentium 4 Willamette x Northwood ---- Os processadores da Via ---- Intel Itanium ---- AMD Hammer ---- A famosa Lei de Moore ---- Nomes código dos processadores -------- Intel -------- AMD -------- Via/Cyrix ---- Chegamos ao fim da era dos transístores? 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Próximo: Chipset Features Setup (Advanced Chipset Setup)

BIOS Features Setup (Advanced CMOS Setup)

Virus Warning (Anti-Virus) > Esta é uma proteção rudimentar contra vírus oferecida pelo BIOS. O BIOS não tem condições de vasculhar o disco procurando por arquivos infectados, como fazem os antivírus modernos, mas ativando esta opção ele irá monitorar gravações no setor de boot do HD, também chamado de trilha MBR, onde a maioria dos vírus se instala. Caso seja detectada alguma tentativa de gravação no setor de boot, o BIOS irá interceder, interrompendo a gravação e exibindo na tela uma mensagem de alerta, perguntando se deve autorizar ou não a gravação.



O problema em ativar esta opção, é que sempre que formos alterar o setor de boot, editando as partições do disco, formatando o HD, ou mesmo instalando um novo sistema operacional, o BIOS não saberá tratar-se de um acesso legítimo ao setor de boot, e exibirá a mensagem, o que pode tornar-se irritante. Hoje em dia, considerando que quase todo mundo já mantém um antivírus instalado, esta opção acaba servindo mais para confundir usuários iniciantes ao se reinstalar o Windows, o melhor é desabilita-la, principalmente em micros de clientes.



CPU Internal cache (CPU Level 1 cache, L1 cache) > Esta opção permite habilitar ou desabilitar o cache interno do processador, ou cache L1. Claro que o recomendável é manter esta opção ativada, a menos que você queira propositadamente diminuir o desempenho da máquina, rodar algum programa de diagnóstico que recomende desabilitar a opção, ou suspeite de algum tipo de defeito.



CPU External cache (CPU Level 2 cache, L2 cache) > Aqui temos a opção de desativar o cache L2, encontrado na placa mãe ou integrado ao processador. Claro que normalmente ele deve ficar ativado, pois a falta do cache L2 causa uma perda de performance de 40% a 70%, dependendo do processador. Similarmente ao cache L1, alguns programas que testam o hardware pedem que ele seja desabilitado durante a checagem.



Algumas vezes, o cache L2 da placa mãe é danificado, fazendo com que o micro passe a apresentar travamentos. Neste caso, uma opção é desativá-lo para solucionar o problema, sacrificando a performance. Falhas no cache L2 são razoavelmente comuns em placas mãe já com bastante uso, não sendo raros também os casos onde são danificados com eletricidade estática por alguém mexendo sem cuidado no hardware do computador. No caso dos processadores atuais, onde o cache é integrado no próprio núcleo do processador, os defeitos são muito mais raros, mas ainda podem ocorrer.



CPU L2 Cache ECC Checking > Todos os processadores Intel apartir do Pentium II 350, assim como os processadores Athlon e Duron suportam este recurso, que permitem corrigir erros nos dados armazenados no cache L2. Manter esta opção ativada, num processador compatível, aumenta substancialmente a confiabilidade do micro.



Processor Number Feature > O número de identificação é um polêmico recurso encontrado no Pentium III e nos Celerons mais recentes, que consiste em incluir um número de identificação no processador. O objetivo seria possibilitar uma maior segurança nas transações online, mas o recurso causou tanta confusão que nunca chegou a ser usado para este propósito. Esta opção permite desabilitar o número, o que é recomendável para quem se preocupa com sua privacidade online.



Quick Power On Self Test (Quick Boot) > Ativando esta opção o boot do micro será realizado mais rapidamente, mas alguns erros não serão detectados.



Boot Sequence > Durante o processo de boot, o BIOS checa todos os drives disponíveis no sistema, tanto HDs quanto disquetes e até mesmo CD-ROMs. Após sondar para descobrir quais estão disponíveis, o BIOS procura o sistema operacional, passando para ele o controle do sistema. Esta opção permite escolher a seqüência na qual os drives serão checados durante o boot:



A, C : Esta é a opção mais comum. O BIOS irá checar primeiro o drive de disquete à procura de algum sistema operacional e, caso não encontre nada, procurará no disco rígido. Caso você escolha esta opção, jamais poderá deixar um disquete no drive quando for inicializar o sistema, pois, caso contrário, o BIOS tentará sempre dar o boot através dele.



C, A : O disco rígido será checado primeiro, e em seguida o drive de disquete. Selecionando esta opção, o boot demorará algumas frações de segundo a menos e você poderá esquecer disquetes dentro do drive, já que o boot será sempre dado através do disco rígido.



C only : Será checado somente o disco rígido. Quando for necessário dar um boot via disquete, será preciso entrar novamente no Setup e mudar a opção para A, C.



BIOS mais recentes também suportam boot através de um CD-ROM, o qual deverá estar obrigatoriamente ligado numa controladora IDE, pois o BIOS não tem condições de detectar um CD-ROM antigo, ligado em uma placa de som. Neste caso, além das opções de seqüência de boot anteriores, apareceriam opções como "A, C, CD-ROM" ou "CD-ROM, C, A".



1st Boot, 2nd Boot, 3rd Boot e 4th Boot > Esta opção equivale à anterior, mas é encontrada em BIOS AMI. Basta configurar a ordem da maneira mais conveniente, escolhendo entre drive de disquetes, HD e CD-ROM.



Try other Boot Devices > Ao ser ativada esta opção, caso não seja capaz de encontrar algum sistema operacional nos drives de disquetes ou discos rígidos IDE instalados, o BIOS irá procurar também em outros dispositivos, como discos SCSI, drives LS de 120 MB, Zip drives padrão IDE ou discos removíveis que estejam instalados. O suporte a estes dispositivos, depende do nível de atualização do BIOS.



Boot UP Num Lock Status > A tecla Num Lock do teclado tem a função de alternar as funções das teclas teclado numérico, entre as funções de Home, Page Down, Page Up, End, etc., e os números de 0 a 9 e operadores matemáticos. Esta opção serve apenas para determinar se a tecla Num Lock permanecerá ativada (on) ou desativada (off) quando o micro for inicializado.



Boot UP System Speed (CPU Speed at Boot) > Esta é uma opção obsoleta, que se destina a manter compatibilidade com algumas placas de som e rede ISA, muito antigas. O melhor é escolher a opção "High" para que o Boot seja mais rápido.



IDE HDD Block Mode > Esta opção é muito importante. O Block Mode permite que os dados do HD sejam acessados em blocos, ao invés de ser acessado um setor por vez. Isto melhora muito o desempenho do HD, sendo que somente discos muito antigos não aceitam este recurso.



É altamente recomendável manter esta opção ativada, caso contrário, o desempenho do HD poderá cair em até 20%. Em alguns BIOS esta opção está na sessão "Integrated Peripherals", mas todos os BIOS razoavelmente modernos possuem suporte ao Block Mode. Caso esta opção não exista no Setup da sua placa mãe, provavelmente estará ativada por defaut. Em alguns casos, você poderá configurar esta opção com vários valores diferentes, sendo recomendado o valor "optimal" ou "HDD Max".



Uma pequena advertência, é que segundo a Microsoft, o Windows NT 3.x e NT 4 possuem um bug, que pode apresentar corrupção de dados em alguns casos, estando esta opção habilitada. No caso do Windows NT 4 o problema foi corrigido apartir do Service Pack 2. Este problema existe apenas no Windows NT, não em outras versões do Windows.



32-bit Disk Access > Mantendo esta opção ativada, as transferências de dados do HD para o processador ou memória serão feitas utilizando palavras de 32 bits. Desabilitando a opção as transferências serão feitas a 16 bits. Como o barramento PCI opera a 32 bits, manter esta opção ativada irá melhorar um pouco o desempenho geral do sistema.



Security Option (Password Check) > Você deve ter visto, na tela principal do Setup, uma opção para estabelecer uma senha. Aqui podemos escolher entre as opções "Setup" e "Always" (que às vezes aparece como "System"). Escolhendo a opção Setup, a senha será solicitada somente para alterar as configurações do Setup. Escolhendo a opção Always, a senha será solicitada toda a vez que o micro for ligado. A senha do Setup é um recurso útil, pois nos permite restringir o uso do micro ou simplesmente barrar os "fuçadores de Setup".



PS/2 Mouse Function Control > Todas as placas atuais trazem ao lado do conector do teclado, uma porta PS/2, que pode ser usada para a conexão de um mouse. Caso você esteja usando um mouse serial, pode desabilitar a porta PS/2 através desta opção, liberando o IRQ 12 usado por ela, que ficará livre para a instalação de outros dispositivos.



USB Function > Caso você não esteja utilizando as portas USB da placa mãe, pode desativa-las através desta opção. Isto deixará livre o IRQ 8, utilizado por elas. Quanto mais IRQs livres você tiver no sistema, menor será a possibilidade de surgirem conflitos de hardware.



HDD Sequence SCSI / IDE First > Muitas vezes, temos instalados HDs IDE e SCSI no mesmo micro. Tipicamente nestes casos, o BIOS dará o boot sempre usando o HD IDE, fazendo-o través do HD SCSI apenas se não houver outro HD padrão IDE instalado. Esta opção, presente na maioria dos BIOS mais recentes, permite justamente inverter esta ordem, tentando o boot primeiramente através do primeiro HD SCSI instalado, fazendo-o através do disco IDE apenas se não houver nenhum disco SCSI disponível.



BIOS Update (Flash BIOS Protection) > Todos os BIOS de placas modernas, são armazenados em chips de memória Flash, o que permite sua atualização via software, a qual recebe o nome de upgrade de BIOS. Este recurso permite ao fabricante da placa mãe lançar upgrades para corrigir bugs encontrados no BIOS de algum modelo de placa mãe, ou mesmo acrescentar novos recursos ou aumentar a compatibilidade do BIOS. Muitas vezes, você precisará atualizar o BIOS da sua placa mãe a fim de ativar o suporte a um processador recentemente lançado, por exemplo.



O problema, é que existem vírus como o Chernobil, capazes de alterar o BIOS com propósitos destrutivos. Estes vírus são especialmente perigosos, pois além de causar perda de arquivos, são capazes de causar um dano físico ao equipamento, já que danificando o BIOS a placa mãe é inutilizada. Para barrar a ação destes vírus, a grande maioria das placas mãe permitem desabilitar o recurso de regravação do BIOS.



Em algumas placas, isto é feito alterando um certo jumper na placa mãe, e em outras, mais modernas, isto é feito através desta opção do Setup. Esta opção permite escolher entre ativado (para permitir a regravação do BIOS) e desativado (para barrar qualquer tentativa de alteração). Por medida de segurança, é recomendável manter desabilitada esta opção, habilitando-a apenas quando você for fazer um upgrade de BIOS.



CPU Internal Core Speed (Processor Speed ou CPU speed) > Em quase todas as placas mãe atuais a configuração da velocidade do barramento e do multiplicador é feita através do Setup. Em placas mãe mais recentes, a identificação da voltagem e da velocidade do processador é feita automaticamente, pois estes dados são fornecidos pelo próprio processador.



Esta opção se relaciona com o multiplicador de clock do processador. Apesar da velocidade deste ser detectada automaticamente, muitos BIOS nos dão a opção de aumentar ou diminuir este valor caso o usuário deseje. Esta opção só tem alguma utilidade coso você esteja usando um processador AMD K6-2 ou então um Athlon ou Duron destravado. Todos os processadores Intel atuais possuem o multiplicador travado, ignorando o valor configurado nesta opção.



CPU External Speed (Bus Clock) > Esta opção configura a freqüência de operação da placa mãe. É encontrada na grande maioria das placas atuais, e é justamente a opção que permite fazer overclock. Comece verificando quais freqüências a placa mãe permite. Se você estiver usando um Pentium III, que usa bus de 100 MHz, é provável que ele funcione bem com bus de 112 MHz, caso esteja usando um Celeron, que usa bus de 66 MHz, poderá usar 75 MHz, ou até mesmo 100 Mhz em algumas versões.



Algumas placas mãe só oferecem as opções de 66 e 100 MHz, neste caso não existe muito o que fazer.



Turbo Frequency > Encontrada apenas em algumas placas, esta opção permite aumentar o clock da placa mãe em 2,5% ou 3% (varia de acordo com o modelo da placa). Caso você tenha configurado seu processador para operar a 3x 100 por exemplo, ativando esta opção ele passará a operar a 307 MHz (3x 102,5 MHz). Apesar de geralmente o sistema funcionar bem com esta opção habilitada, em alguns casos pode haver alguma instabilidade. Poderíamos classificar esta opção como uma espécie de overclock leve.



PCI clock > Em algumas placas mãe que suportam várias freqüências de barramento, como as Abit BX6 e BH6, que suportam freqüências de até 143 MHz, é comum podermos alterar a freqüência de operação do barramento PCI, entre 1/2 da freqüência da placa mãe, 1/3 da freqüência, ou 1/4 da freqüência.



Usando bus de 133 MHz, por exemplo, o ideal seria configurar o PCI para operar a 1/4 da freqüência da placa mãe, mantendo os 33 MHz padrão. A 100 MHz o ideal é que o PCI funcione a 1/3 do clock da placa mãe e a 66 MHz o ideal é 1/2.



Configurar esta opção erradamente, fazendo com que o PCI opere acima dos 33 MHz normais pode tornar o sistema instável, entretanto não existe perigo de danificar nenhum periférico.



AGP CLK/CPU CLK > Podemos agora configurar a freqüência de operação do barramento AGP, em relação à freqüência da placa mãe.. Geralmente estão disponíveis as opções 1/1 e 2/3. Como a freqüência padrão do barramento AGP é de 66 MHz, usando bus de 66 MHz a opção correta seria 1/1, sendo 2/3 caso esteja sendo utilizado bus de 100 MHz. Utilizando bus de 133 MHz por sua vez, a opção ideal é 1/2, que novamente resultaria nos 66 MHz padrão.



Como no caso anterior, o sistema pode tornar-se instável caso o AGP esteja operando acima dos 66 MHz ideais. Se ficará instável ou não vai depender do modelo de placas de vídeo que tiver instalado.



CPU Power Supply (Core Voltage) > Em algumas placas mãe, especialmente placas Abit, é possível alterar a voltagem do processador livremente. Apesar dos processadores Pentium II ou posteriores serem capazes de informar à placa mãe a voltagem correta, pode ser necessário aumentar um pouco a voltagem para conseguir sucesso em um overclock mais agressivo. Obviamente, isto deve ser feito com extrema cautela, pois uma voltagem muito alta pode danificar o processador depois de pouco tempo de funcionamento.



System BIOS Shadow, Video Bios Shadow > Ativando estas opções, será feita uma cópia do Bios principal e do Bios da placa de vídeo na memória RAM. Na época do DOS, esta opção servia para melhorar um pouco o desempenho do sistema, pois o acesso ao Bios é mais rápido apartir da memória RAM do que apartir do chip de onde ele fica originalmente armazenado.



Atualmente esta opção já não tem mais efeito, pois tanto no Windows 95/98/NT/2000, quanto no Linux, o acesso ao hardware é feito através de drivers de dispositivos, e não através das sub-rotinas do Bios. Neste caso, a ativação do Bios Shadow não causa nenhuma melhoria na performance.



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